28 fevereiro 2017

Música: Pink Floyd - The Dark Side of the moon

De todas as tarefas difíceis que eu já tive na minha vida, poucas irão se comparar como a de falar desse disco, obra, coisa de outro mundo. Até porque irei tentar ser imparcial, mas vai ser difícil, talvez impossível, já que eu tenho um apreço por ele e pela banda que tenho por poucas coisas, mas vamos lá.
O The Dark Side of the moon é o oitavo álbum do Pink Floyd, e talvez seu maior exito, até quem nunca ouviu o disco, quando vê o simbolo da capa associa na hora a banda. Por falar na capa, ela é uma das mais complexas e inteligentes do rock, para quem nunca entendeu do que ela se trata, seria um feixe de luz batendo num prisma e se dividindo em uma porção de cores, o que nossos camaradas do Pink queriam dizer com isso? Que apesar de ser musica algo simples, nas letras haviam verdades de difícil compreensão.

25 fevereiro 2017

Livros: A 25° hora - Virgil Gheorghiu

Não existe coisa melhor na vida do que comprar um livro com pretensão e não se decepcionar. Foi o meu caso com a 25° hora, paguei baratinho nas americanas (9,90) e valeu muito mais do que livros que paguei bem mais caros e não fizeram comigo o que esse livro fez.
Vou deixar a sinopse aqui e depois a resenha, vamos lá:

"Escrito durante o cativeiro do autor — preso pelas tropas americanas no fim da Segunda Guerra Mundial —, “A 25ª hora” conta a história de Iohann Moritz, um camponês romeno que é equivocadamente denunciado como judeu por um gendarme que lhe cobiça a esposa. Moritz cai nas garras dos nazistas, iniciando um périplo por diversos campos de concentração da Europa. Ao fugir com outros detentos para a Hungria, país “onde a vida é menos dura para os judeus”, acaba detido como espião romeno e é torturado. Deportado para a Alemanha, na condição de “trabalhador húngaro voluntário”, é examinado por um médico nazista que o considera um espécime excepcional da linhagem ariana. Ambientado num cenário irrespirável, “A 25ª a hora” revela-se uma condenação não só do nazismo, como de todo tipo de totalitarismo. Um romance emocionante, com reflexões atuais e necessárias.'

24 fevereiro 2017

Engenheiros do Hawaii - Longe demais das capitais.

Então cá estou eu depois de tanto tempo por infinitos motivos cujo quais não irei falar, mas fica corroborado que eu estava sem tempo.
O rock nacional sempre foi um enorme desafeto para mim, não que eu o ache ruim, ou chato, é que realmente eu nunca escutei muito e as poucas bandas mais mainstream que ouvi, não me encantaram. Mas toda regra tem sua exceção e os Engenheiros são ela, apesar de por muito tempo ter torcido o nariz para a banda, quando resolvi escutar acabei gostando tanto que a elegi como minha banda nacional favorita, coisas da vida.
Comprei esse CD sabendo ele de cor e salteado, pois o tinha ouvido inteiro no Napster, o bom disso é que as chances da pessoa que compra se decepcionar são praticamente nulas, digo praticamente pois vai que o CD venha arranhado ou com a parte que segura quebrada? Mas comprei novo, então isso também era impossível.
Vou falar brevemente sobre cada uma das faixas e no final do CD como um todo: